Ainda que negra
a noite reluz
no brilho das estrelas,
dos faróis e da lua.
No lábio pintado,
no olho vidrado...
Mesmo quando calma
esconde susurros,
corpos agitados,
gritos controlados,
frenesi incansável.
A noite, de noite, na noite...
Não sei ser morno, não sei ser meio... Sou tudo ou nada, sou quente ou frio. Sou adorável ou detestável, nunca aceitável. Sou sempre eu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário